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domingo, 28 de fevereiro de 2016

DEPOIMENTO REAL DE UM CORNO MANSO (publicado na Revista do Corno-Dez/13)

Amigos do blog.

História de um corno manso e provavelmente é muito parecida com milhares de homens. É a realidade de um que espelha a de muitos.
Vale a pena a leitura!
(publicado na Revista do Corno-Dez/13)

Nota: Nossa equipe cortou vários trechos para diminuir o texto.

Sempre me senti atraído por meninas mais velhas, aquelas 

que a molecada da escola dizia que a menina beijava todos, 

que os caras cochavam e outros mamavam os peitinhos..., 

aquelas que tinham fama da "galinhas".

Aaaa!!!... Sonhava 
em 
namorar aquelas meninas.

Quando mocinho, namorei uma menina que era virgem, foi a 

única da minha vida inteira que era virgem. Ela gostava de 

mim e queria de qualquer forma transar comigo, eu sempre 

fugia, eu sentia tesão era por aquelas que o povo dizia que 


eram experientes, ou seja "dadas". Ressalto “tudo isso inconsciente”. Por fim, 

terminei com a mocinha virgem porque ela queria de qualquer jeito.

Em fase mais adolescente, namorei poucas mulheres, mas todas já experientes, já tinham feito sexo, beijado muitos homens etc. Teve uma que namorei que foi assim: 

Ela ficava com um rapaz, o carinha comeu (desvirginou) e deu um pé na bunda dela. 
Essa menina ficou muito triste, todo mundo sabia o que tinha acontecido, eu me aproximei da menina e com muito tato e carinho começamos a namorar, mas por um bom tempo sem sexo. Já confiante de si, ela voltou a falar com esse carinha, voltou a amizade.
Sabe de uma coisa? Hoje analisando a história, acho que amizade porra nenhuma, ela andava era dando para ele, e eu pagando de Corno Manso sem saber.

Já na fase pré adulta, inconscientemente só me atraia mulher biscate, safada mesmo! Mas nunca consegui namorar sério uma dessa. E eu não imaginava que eu tinha perfil de corno manso.

Em meu primeiro relacionamento sério, fui traído. Eu 

não 
tinha consciência nem havia despertado para o 

"mundo liberal", eu era muito jovem 19 anos, viva com o 

conceito da sociedade o de ser machista. Hoje entendo 

que o que mais pesou foi o fato de eu não saber

conduzir a situação e não agi com extinto natural, fiz o que a sociedade me ensinou 

... Terminei o relacionamento.

Note que até este ponto da vida tudo o que eu vivi, foi inconsciente as coisas aconteciam sem interferência de internet era mais difícil se descobrir.

Anos mais tarde vieram os Casamentos. Sou casado pela segunda vez. O primeiro passei 13 anos, neste segundo estou a  9.

Comentando os casamentos:
Minha primeira mulher era 7 anos mais velha. Quando a conheci, era separada, independente e no auge da vida de baladas. Dava muito, para vários, colecionava histórias de baladas e transas. Este perfil fez-me apaixonar e casar, acreditava que com o tempo, a convenceria a entrar para a mundo liberal, mais especificamente a dar para outros caras. Foram 13 anos, muita conversa, jogo aberto, pedidos explícitos, mas ela nunca aceitou nem se quer cogitar a possibilidade. Neste tempo de casados, eu pedia para ela me contar todas as suas transas, eu ficava tardo. Por vários motivos a relação chegou ao fim, mas não posso negar que o fato de ela não me realizar como Corno Manso estava entre elas, eu queria poder buscar a cornitude desejada. Mas reforço, não foi só por isso.

Meu segundo casamento, foi com uma mulher da minha idade e igualmente a outra, separada, independente, muito dadeira, colecionadora de picas (muito mais até que a primeira), só que desta vez as conversas liberais aconteceram antes do casamento. 

Acreditava estar no caminho certo, pois ela aceitava algumas fantasias, era só questão de incentivar. Conhecemos algumas casas de swing, 2 casais (nunca fiquei com outra mulher do meio) e três singles.

Acreditando tratar-se da mulher certa, a pedi em casamento. Mas a alegria durou pouco. Já casados, quando a situação já estava insuportável a ela, ela me confessou que não curtia transar com outro (s) homem(s), que não dava para continuar com essa história, que não queria mais etc. A golpe final e mortal veio quando ela confessou que só transou com outro homem para me agradar. Aquilo soou como uma bomba em meu íntimo, feriu o meu brio, castigou a minha mente... Fiquei muito mal, me penitenciei como se tivesse obrigado a ela fazer uma coisa indesejada, obriguei a ela a se sujeitar a humilhação sexual, senti prazer onde a mulher sentia nojo...

A vida continuou, nos afastamos do meio liberal, das pessoas que conhecemos e voltamos ao leito normal da vida tradicional, em nossas transas ela me chama de corno, mas também é só para agradar, afinal “corno de quem? Com quem? Corno por que?...

O que penso sobre isso tudo.
Estes anos de estudo e de experiência, me mostraram que ser liberal é uma coisa que obrigatoriamente tem que estar no gene das pessoas. Ou seja, ou se TEM ou NÃO se tem. Ninguém se transforma em liberal.

Forçar uma pessoa a fazer o que ela não curte, para mim é o mesmo que agredi-la. Estimulo sexual contrariado é uma das piores agressões, pois fere física e moralmente.

Ninguém é obrigado a gostar do mundo liberal. O 

mundo 
liberal é um tesão intimo e pessoal, é mágico, 

cada experiência é única. Mas uma coisa é certa "É para 

quem tem gene e quer viver".

Por tudo isso é que eu decidi procurar viver aventuras 

em paralelo


Vou reproduzir o que um dia escrevi.

"... Minha vontade de ser corno manso é 

maior que a razão e desta forma busco 

quem "Me faça seu escravo, me faça seu 

Corno Manso, me faça te preparar para 

esses safados te pegarem. Ajoelhado a 

seus pés derrame sobre mim os restos do 

seu prazer, da sua safadeza, me faça 

limpar 
em seu corpo os restos do teu gozo. Quero acariciar seu corpo judiado, 

lamber e chupar sua buceta e cuzinho arrombados, ainda quentes por trepadas dos 

comedores".


Faço tudo isso porque gosto, 

porque quero. Faço tudo isso e 

muito mais, o que vc quiser.





* participação do leitor publicada na Revista do Corno, edição Dezembro/2013

Um comentário:

  1. Queria muito que minha esposa saísse com um shortinho cavado, como na primeira foto.(Sincero Marido)

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